out 27

São três os regimes tributários: simples, lucro real e lucro presumido. Saiba quais os aspectos mais importantes para você escolher qual deles é o melhor para o seu negócio.

No ano passado, no auge da crise internacional, Fernando Garcia, sócio e diretor financeiro da empresa de telemarketing Telematrix, ligou desesperado para seu contador. “Como vou pagar R$ 30 mil de imposto neste mês se eu não tive lucro? Não tenho de onde tirar”, disse ele ao telefone. Tarde demais. Com o negócio inscrito no regime tributário do lucro presumido, Garcia precisava ter o Imposto de Renda (IRPJ) e a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) calculados em cima de um percentual pré-definido de 32% da receita. Assimilado o prejuízo, o empresário resolveu chamar o contador para uma conversa e descobriu que seu negócio poderia migrar para o regime de lucro real. A Telematrix recolhe agora os dois tributos apenas sobre o resultado de fato apurado. Garcia calcula que neste ano pagará apenas 20% dos R$ 250 mil desembolsados em 2008. “Eu estava arcando com impostos sobre um lucro que não existia”, diz.

Apesar de a legislação brasileira oferecer três regimes tributários (simples, lucro real e lucro presumido), nem todos os empresários têm conhecimento das vantagens e das desvantagens de cada um deles. Como é mais fácil administrar uma empresa inscrita nos regimes de lucro presumido e no Simples — em que as alíquotas são preestabelecidas —, muitas vezes a escolha é feita por praticidade, sem que os reais efeitos sejam avaliados, segundo Andrea Bazzo, sócia do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados. Para Garcia, o desafio de organizar as contas para apurar o lucro real foi benéfico para a gestão como um todo. “Não tem mais aquele negócio de caixinha de emergência, de pagar e pegar a nota depois. Tem que criar uma cultura nos funcionários. O controle é muito maior”, diz.

José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon), recomenda a realização de uma simulação com todos os impostos no último trimestre para ver qual o regime mais adequado para o ano seguinte. A escolha entre as três opções de regime tributário pode ser feita no começo de cada ano.

Heloisa Harumi Motoki, consultora tributária da Confirp, de São Paulo, lembra que, em 2009, as empresas vão passar a lidar com controles mais rígidos do governo, como a nota fiscal eletrônica, o sped fiscal e o sped contábil. “Os órgãos governamentais passarão a ter diversos meios de fiscalização a partir de agora”, diz.

COMO ESCOLHER O MELHOR REGIME DE TRIBUTAÇÃO
Para quem trabalha com margens apertadas, o lucro real pode ser a melhor opção

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out 26

Na Nossa Caixa, também do Banco do Brasil, dois terços dos financiamentos semanais para os pequenos negócios utilizam o FGO


Da Agência Sebrae de Notícias
Cresce o número de micro e pequenas empresas que procuram os benefícios do Fundo Garantidor de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil. Em 40 dias de funcionamento, o FGO já viabilizou 19 mil operações de empréstimos para micro e pequenas empresas, com o valor somado de R$ 660 milhões. Além disso, 20 mil operações estão sendo analisadas, com valor previsto de R$ 80 milhões.

São empresas que normalmente teriam dificuldade de conseguir empréstimos, principalmente para capital de giro, por falta ou insuficiência de garantias. Para o diretor de micro e pequenas empresas do BB, Ary Lazarin, que esteve recentemente em São Paulo, os números são bons e tendem a crescer muito até o final do ano. Segundo ele, 47% da carteira de crédito do banco são pessoas jurídicas. O BB já destinou este ano R$ 40 bilhões às micro e pequenas empresas, o que corresponde a 38% dos empréstimos do banco para pessoas jurídicas.

O FGO, lançado em 19 de agosto deste ano, complementa em até 80% as garantias exigidas em empréstimos e financiamentos. Ao reduzir os riscos de inadimplência para as instituições financeiras, o Fundo permite oferecer empréstimos com taxas de juros até 30% menores.

“Em São Paulo, tivemos nestes 40 dias 4.514 operações, com investimento de R$ 141,8 milhões. O FGO contempla o capital de giro, mas também o investimento”, diz. Lazarin explica que o limite para investimento é de R$ 500 mil e para capital de giro, R$ 150 mil.
O Fundo Garantidor iniciou operações com patrimônio de R$ 595 milhões - R$ 580 milhões do governo federal e R$ 15 milhões do Banco do Brasil, que prevê contribuição de até R$ 100 milhões. A parcela do governo pode chegar até R$ 2,5 bilhões nos próximos períodos. Em setembro, o fundo recebeu aporte de R$ 1,2 milhão do Banco Nossa Caixa, adquirido recentemente pelo BB.

O presidente do Banco Nossa Caixa, Demian Fiocca, diz que o FGO está operacional há quatro semanas. “Em tão pouco tempo, já fizemos 2.000 operações de empréstimo”. Segundo ele, das 760 operações feitas semanalmente, 500 são com o FGO.

“Muitas empresas tinham condições de pagamento, mas não alcançavam o crédito por falta de garantia. Agora dois terços estão com o dinheiro. Vemos o FGO como uma medida positiva tanto para os pequenos negócios quanto para os bancos, já que são pessoas com poder de pagamento”.

Fiocca acredita que, se os demais bancos aderirem ao Fundo, haverá uma expansão forte do crédito no País para os pequenos negócios. Um desses bancos deverá ser a Caixa Econômica Federal, diz o superintendente regional Valter Gonçalves Nunes. Segundo ele, já na próxima semana a CEF estará com o Fundo disponível para seus clientes. “Deveremos ter uma das taxas mais baratas do mercado, em torno de 0,9% ao mês”, afirmou.

Agência de fomento

A Nossa Caixa Desenvolvimento, uma espécie de BNDES de São Paulo, também irá usar um fundo de aval para ajudar a financiar micro e pequenas empresas do Estado. Segundo seu presidente Milton Luiz de Melo Nascimento, o Fundo de Aval do Governo do Estado deverá operar em breve e a agência fará parceria para disponibilizar os recursos por meio de entidades representativas.

“A agência foi criada recentemente e estamos operando desde junho. Temos duas linhas de capital de giro, com taxas de juros a 0,96% ao mês. Há também linhas de investimento produtivo para atender projetos ligados ao meio ambiente, energias alternativas, programas de tecnologia, com juros de 8% ao ano e 60 meses para pagar”.

out 22

A Receita Federal iniciou nesta quinta-feira (22) a Operação Mansões, em São Paulo, que convocará 10 mil proprietários de obras de construção civil de alto padrão que não realizaram o recolhimento de cerca de R$ 1,5 milhão da contribuição previdenciária dos trabalhadores dessas edificações.

Serão convocadas tanto pessoas físicas quanto jurídicas, sendo que os imóveis estão localizados principalmente em regiões serranas e litorânea do estado, além de condomínios fechados de alto padrão de regiões metropolitanas.

“A maioria dos proprietários recolhe regularmente a contribuição previdenciária, e o papel da Receita Federal do Brasil é tratar aqueles casos de exceção com vigor e os rigores da lei. Essa inadimplência é prejudicial às contas da Previdência Social, que arca com a aposentadoria e o auxílio-doença pagos aos trabalhadores da construção civil“, afirmou o superintendente do órgão em São Paulo, José Guilherme Antunes de Vasconcelos.

Cobrança do valor
O proprietário que não quitar o débito ficará sujeito à abertura de uma ação fiscal para o lançamento de valores devidos, com a cobrança do valor devido e multa de 75%, além de outros encargos sociais.

De acordo com a Receita Federal, os primeiros 10 mil proprietários foram identificados por meio das matrículas de construção no órgão, e também pelo cruzamento com informações sobre Alvarás e Habite-se, encaminhadas mensalmente pelas prefeituras de cada cidade.

Em Jundiaí, a fase de intimação já foi concluída, e teve como resultado a regularização espontânea, sem a abertura de ação fiscal, de 85% das obras inicialmente selecionadas.

Para o secretário da Receita Federal do Brasil, Otacílio Dantas Cartaxo, que acompanhou o lançamento da operação, a ação poderá servir como base para iniciativas semelhantes em outras regiões do País.

Todos os proprietários de obras novas são obrigados a comparecer à unidade da Receita Federal que jurisdiciona o local da obra, independente da prévia intimação do órgão, para obter a matrícula do imóvel e fazer o recolhimento das contribuições previdenciárias.

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
22/10/09 - 15h46
InfoMoney

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out 20

Importante canal de intermediação das entidades com o movimento do empreendedorismo inovador, rede já tem 51 incubadoras associadas

Da Redação - PEGN - Notícias: 15/10/2009

Foi anunciado hoje o lançamento da Rede Paulista de Incubadoras (RPI), que já conta com 51 incubadoras já associadas, representando um universo de mais de 800 empresas incubadas. A rede tem como objetivo fortalecer o movimento do empreendedorismo inovador por meio de ações técnicas, políticas, institucionais e gerenciais, influenciando diretamente as empresas incubadas.

De acordo com Sérgio Risola, presidente do Conselho Deliberativo da Rede e também diretor executivo do Cietec – Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia, a Rede será uma importante ferramenta de incentivo ao movimento do empreendedorismo inovador. “A RPI está formalizada com total apoio do Sebrae-SP que já oferece ao estado de São Paulo um suporte bem estruturado a essas entidades e às empresas nascentes com relação, principalmente, às ferramentas de gestão e capacitação profissional”, comenta Risola.

Outro importante papel exercido pela RPI é atuar como um canal político de interação com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e outras entidades e agências que apóiam o movimento, como CNPq, Sebrae-SP, Finep e BNDES.

Primeira ação da Rede Paulista de Incubadoras

Entre 16 e 18 de março de 2010, acontece a primeira grande ação da RPI, a InovaBrasil, feira que mostrará uma importante face do empreendedorismo inovador. Esse evento tem o apoio do escritório regional do Sebrae de São José dos Campos.

A InovaBrasil, que ocorre no Parque Tecnológico de São José dos Campos, tem como objetivo principal gerar negócios, facilitar a aproximação das empresas incubadas com o mercado corporativo, proporcionar a troca de informações e fortalecer a imagem das incubadoras e dos parques junto aos agentes públicos e privados.

Também durante o evento ocorrerá uma rodada de negócios promovida pelo CIESP e FIESP. Entre as empresas confirmadas como âncoras estão: Kodak, GM, Johnson, Nestlé, Ericsson, entre outras.

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out 9

Atuando desde 10 de Outubro de 1.994 no mercado de Gestão Contábil Empresarial, somos uma empresa jovem, dinâmica e possuímos muita experiência e especialização nas áreas de Contabilidade, Planejamento Tributário e Fiscal, Administração de Pessoal, Qualificação de Fornecedores , Gestão de Terceiros e Regularização de Obras, para pequenas, médias e grandes Corporações.

Investimos continuamente em tecnologia de informação e em equipamentos de última geração, objetivando o aumento da nossa Produtividade, com Qualidade, e sempre oferecendo um Custo satisfatório; Por isso estabelecemos parcerias duradouras com nossos clientes.

Estamos localizados, estrategicamente na região metropolitana de Campinas; Nossa sede própria está situada numa ótima localização, na cidade de AMERICANA/SP, possui 600m² de área construída, idealizada e concebida, com modernas instalações, para garantir o melhor desenvolvimento de nossas atividades diariamente.

Nossos colaboradores são o nosso maior patrimônio, altamente qualificados e equipados para atender nossos clientes, sempre com eficácia, agilidade e muita dedicação, no cumprimento das complexas obrigações decorrentes da Legislação vigente em nosso país. Conseqüentemente auxiliamos os nossos clientes a se focarem em seus objetivos e especialidades, atingindo o sucesso de seus negócios.

Nossa principal META, desde nosso surgimento, não é apenas oferecer aos nossos clientes Contabilidade apenas, mas sim, Gestão Contabil Empresarial com resultados inteligentes, personalizados e adequados às suas necessidades, características e particularidades econômicas e tributárias.

Somos comprometidos com a pontualidade, e com a mais alta qualidade, com o intuito de superar as expectativas de nossos clientes.

NOSSO SERVIÇOS:
Avaliação de Empresas-Métodos (Quanto vale sua empresa?),
Planejamento Tributário (lucro real, presumido ou  simples nacional)
Obtenção de Linhas de Crédito (PROGER/BNDES/FINAME/CARTÃO DO BNDES),
Parcelamento de Dívidas com o fisco (REFIS).

 

out 7

Para especialistas do Sebrae, se o empresário tiver um plano de negócios, com planejamento e a execução do seu investimento, esses agentes financeiros perceberão mais facilmente a capacidade de pagamento da sua empresa

Da Agência Sebrae de Notícias
 

Gil Giardelli é dono da Permission, empresa de mídia digital, ou seja, do ramo de tecnologia da informação e comunicação (TIC). Ele pergunta para os consultores do SEBRAE como faz para conseguir investimentos e financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Qual o melhor caminho para eu conseguir esse financiamento: um bom business plan? Quais são os caminhos para ter acesso a esses financiamentos governamentais?”

O André Dantas, da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, responderá ao empresário e esclarecer mais sobre investimentos governamentais. “Os financiamentos são liberados de forma direta, ou seja, com o próprio BNDES, mas nesse caso são para empresas que faturam acima de R$10 milhões por ano. Mas eles também têm a forma indireta de liberação de recursos, direcionada para as empresas que faturam até R$ 10 milhões por ano.”

A maioria absoluta do público do programa de rádio Faça Diferente fatura menos de R$ 10 milhões por ano. Por isso, se se enquadra neste caso, “deve procurar os bancos credenciados pelo BNDES. Essa lista inclui as principais instituições financeiras do país”, ensina Dantas. Para quais são os credenciados, acesse www.bndes.gov.br.

Segundo o especialista em serviços financeiros, os financiamentos governamentais são, hoje, muito acessíveis à micro e pequena empresa. “A toda e qualquer micro e pequena empresa, é só ela ir aos bancos credenciados.”

No site, dá também para conhecer todas as linhas de crédito para a inovação na pequena empresa, que só agora começam a ser mais procuradas. “A gente percebe claramente que o número de operações realizadas pelo BNDES com micro e pequenas empresas têm crescido substancialmente.”, afirma André.

Plano de negócios
O Gil Giardelli está certo, um bom business plan é decisivo para conquistar investimento público. “Se você tiver um plano de negócios, com planejamento e a execução do seu investimento, esses agentes financeiros perceberão mais facilmente a capacidade de pagamento da sua empresa.”, explica André Dantas.

O plano de negócio é elaborado pelo próprio empresário, que pode recorrer ao Sebrae para ajudá-lo na tarefa. Procure o Sebrae mais próximo de você: www.sebrae.com.br/atendimento ou 0800 570 0800. Lembrando que o Sebrae disponibiliza um software que dá o passo a passo da elaboração do documento.

“Em alguns estados, é possível que o próprio Sebrae elabore os projetos. Em outros casos, ele vai recomendar instituições e profissionais que possam fazer isso pra você.”, diz Dantas.

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out 5

A Caixa Econômica Federal anunciou a disponibilização de R$ 20 bilhões para investimento em micro e pequenas empresas, a partir desta segunda-feira (5).

Os recursos poderão ser utilizados em linhas de capital de giro e antecipação de receitas até o final de dezembro deste ano.

Segundo o vice-presidente de Pessoa Jurídica da empresa, Carlos Brito, o banco tem atuado fortemente para o crescimento do setor. “Com esses recursos, temos a certeza de que o micro e o pequeno empresário retomarão a atividade econômica de forma consistente e sustentável”, destaca.

Até agosto deste ano, já haviam sido investidos R$ 18,24 bilhões em crédito para MPEs, o que denota um crescimento de 16,85% ante igual período do ano passado. A expectativa é atingir R$ 38,24 bilhões até o fim de dezembro, 56% a mais que em 2008.

Redução de juros
Ao longo deste ano, a Caixa reduziu a taxa de juros sete vezes. “Nós estamos permanentemente procurando conhecer as necessidades das empresas, de forma a desenvolver produtos adequados, simplificar suas rotinas operacionais e buscar taxas de juros cada dia mais competitivas”, diz Brito.

O banco também oferece o serviço de consultoria financeira a empreendedores, de maneira a auxiliá-los na identificação de suas necessidades, para indicar os produtos mais adequados à realidade de cada negócio.

Por: Karin Sato
05/10/09 - 14h59
InfoMoney

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out 2

Levantamento feito pela Associação Brasileira de Recursos Humanos constatou que as pequenas empresas ainda não perceberam a importância das pessoas para o desenvolvimento satisfatório dos negócios


Da Redação
Uma pesquisa promovida pela ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos) durante o maior congresso de gestão de pessoas da América Latina, o Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH), evidenciou que ainda é baixa, no Brasil, a preocupação de pequenas e médias empresas com o tema gestão de pessoas. Entre os congressistas, ou seja, pessoas que pagam para assistir as palestras de especialistas no tema de gestão de pessoas, a maioria absoluta (52%) são de empregados de empresas do setor privado, que ocupam cargos de gestão (71%), atuam no RH (88%) e trabalham em empresas com mais de 500 empregados (65%).

Esse número muda pouco no que diz respeito aos visitantes, ou seja, aquelas pessoas que visitam a feira de negócios e as palestras de expositores e que têm acesso gratuito ao evento. Neste segmento, a maioria absoluta segue sendo de empregados de empresas privadas (55%), que ocupam cargo de gestão (44%), atuam no RH (68%) e trabalham em empresas com mais de 500 empregados (40%).

Segundo Ralph Arcanjo Chelotti, presidente da ABRH-Nacional, estes dados revelam que as grandes empresas já perceberam da importância das pessoas para o desenvolvimento satisfatório dos negócios, inclusive como diferencial competitivo, uma mensagem que ainda não contagiou de modo significativo as pequenas e médias empresas:

“Mais de 90% das cerca de 6 milhões de empresas no Brasil são pequenas e médias e de administração familiar, que costumam ter metodologias de gestão de pessoas diretamente associadas aos modos como os donos das empresas enxergam essa questão. Os dados mostram, claramente, que as pequenas empresas, mesmo quando podem ganhar conhecimento em eventos de gestão de pessoas gratuitos, como a EXPO ABRH, não aparecem em grande número”, explica Chelotti.

Esse quadro se torna ainda mais preocupante quando se observa que entre os visitantes da EXPO ABRH, exatamente aqueles que têm acesso gratuito, 53% não têm cargos de gestão de pessoas e são profissionais que almejam uma ascensão na carreira ou buscam recolocação no mercado.

 Para o presidente da ABRH-Nacional, embora se acredite que a valorização das pessoas é um movimento que já toma conta das empresas de modo geral, essa não é uma realidade que possa ser extrapolada para todas as empresas do país, pois a grande maioria delas, no universo das pequenas e médias, têm modelos de gestão de pessoas ainda primitivos.

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out 1

 Consumidores que participaram do programa da Nota Fiscal Paulista no primeiro semestre deste ano já podem resgatar R$ 516,3 milhões em créditos, que estão disponíveis a partir desta quinta-feira (01).

Participam do programa os consumidores que fizerem cadastro no site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br) e que informarem o número do CPF na hora da compra.

A quantia concedida aos cidadãos desde o início do programa soma R$ 1,47 bilhão (R$ 1,34 bilhão em créditos liberados e R$ 121,2 milhões em sorteios). O programa completa dois anos em outubro, com o total de 5,6 milhões de pessoas cadastradas.

Regras
Conforme a legislação vigente, os créditos concedidos no primeiro semestre podem ser resgatados em outubro do mesmo ano. Aqueles que receberem mais de R$ 25 podem solicitar depósito em conta corrente ou em poupança.

Já aqueles com crédito, mas com pendência de IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) ou ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), não podem resgatar o dinheiro enquanto não regularizarem a situação.

Pessoas jurídicas só podem resgatar os créditos se os transferir para um conta corrente ou poupança próprias.

Uso no IPVA
A partir de outubro, os consumidores passam a ter a possibilidade de uso dos valores liberados para abater do IPVA de 2010. Neste caso, é preciso solicitar essa opção no site da Nota Fiscal Paulista entre 1º e 31 de outubro, sem limite de quantia para o desconto.

Entidades de assistência social e de saúde, sem fins lucrativos, também receberão créditos. Entre abril e julho deste ano, elas acumularam R$ 1,1 milhão, sendo que aproximadamente R$ 90 mil vieram da transferência de créditos feita por pessoas físicas.

Por: Flávia Furlan Nunes
01/10/09 - 11h27
InfoMoney

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