fev 27

Ele sempre coloca um empecilho no meio do caminho. Não vislumbra um futuro bom. Tem medo exacerbado. Encara tudo pelo lado negativo e é incapaz de enxergar algo de bom nas situações. Se você não convive de maneira direta, certamente já ouviu falar no perfil pessimista, que habita alguns ambientes de trabalho.

Se é fácil encontrá-lo, difícil é saber lidar com ele. Mas, antes de falar sobre relacionamentos, é preciso entender um pouco mais do comportamento. Você sabe como ele se origina?

De acordo com a psicoterapeuta Clarice Barbosa, o pessimista pode surgir de uma situação que a empresa está vivendo. “Pode ser em uma transição/mudança, em que os funcionários não sabem o que vai acontecer e isso faz com que fiquem inseguros”. O resultado é o pessimismo em relação a qualquer atitude a ser tomada.

O pessimismo ainda pode acompanhar a filosofia da empresa, que simplesmente não incentiva os profissionais, não pede para que criem, e isso acaba gerando insegurança quanto ao futuro, que novamente leva ao pessimismo.

Nos casos acima, o pessimismo pode ser passageiro, uma vez que decorre de uma situação momentânea que o profissional está vivendo. Mas existe um tipo de pessimismo que acompanha o profissional.

O pessimista
Além dos aspectos externos, que levam ao pessimismo, existem os internos. Normalmente, existem pessoas no ambiente de trabalho que levam consigo a característica e, por pior que pareça, essa pessoa pode ser o líder. “A tendência do ser humano é focar no que não deu certo. Oitenta por cento das pessoas têm foco maior no que é negativo”, explicou Clarice.

A pessoa pessimista normalmente agem dessa maneira devido à sua história de vida. Elas carregam crenças limitantes, como o complexo de inferioridade e o julgamento de que são incapazes de fazer algo diferente e positivo. E ela encontrará diversas desculpas, sem perceber, para justificar a visão negativa.

Como lidar?
A principal orientação de Clarice quando se deparar com algum pessimista na vida profissional é não alimentar a percepção. Simplesmente mude de assunto e siga em frente com seus projetos, sem se deixar abater.

Agora, se for um líder, a situação fica mais complicada. Em primeiro lugar, o membro da equipe deve focar em suas qualidades, não se deixando contaminar pelo pessimista, que certamente poderá colocá-lo para baixo. Em segundo, sempre trabalhe muito suas idéias, para citar soluções criativas. Certamente o líder tenderá a colocar empecilhos no caminho.

Se o grupo abaixo do líder é forte, Clarice afirmou que pode acontecer de ele começar a ignorar a chefia. A liderança não se sustentará por muito tempo, primeiro porque a rotatividade na equipe será alta, segundo porque passará a não entregar resultados.

Falar ou não falar?
Normalmente, o pessimista precisa de um toque, pois é difícil que saiba que está tomando essa atitude. Agora, quando é um grupo que está sendo contaminado, fica ainda mais difícil de identificar o problema, pois todos estão “entrando na onda”. Aí, será preciso alguém de fora para perceber.

Porém, se for uma pessoa isolada, ela tende a ficar isolada e deprimida. Afinal, ninguém quer conviver com alguém que fala o tempo todo que o futuro não é positivo e que os projetos não darão certo. Além de prejudicar seus relacionamentos, a pessoa afeta diretamente a vida profissional, ao tomar a atitude.

“O pessimista não tem uma projeção de futuro e um hábito de encontrar saídas para os problemas. Ele vai patinar na carreira, e não dar um salto. Fica na zona de conforto, onde não tem desafios”, afirmou.

O outro lado
Da mesma maneira que ser pessimista demais pode atrapalhar o trabalho, ser otimista ao extremo também pode ser prejudicial. A pessoa só vê o lado bom das situações e, desta forma, acaba por fugir da realidade, de acordo com Clarice. “O bom é buscar o equilíbrio”, finalizou.

Por: Flávia Furlan Nunes
26/02/09 - 08h51
InfoMoney

fev 27

A expectativa de vida do brasileiro aumentou e hoje uma questão a se pensar, desde a vida adulta, é: o que farei quando me aposentar?

O dilema é quase sempre deixado de lado e, não raro, as pessoas dizem: quando me aposentar, quero me mudar para o litoral e passar o dia em frente ao mar, sem fazer nada e longe das preocupações!

No entanto, de acordo com a professora do departamento de fisioterapia especializada em gerontologia da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos), Natalia Aquaroni Ricci, é importante se manter na ativa na terceira idade, independentemente de a atividade exercida ser remunerada ou não.

“Preencher o tempo disponível é essencial para a saúde física e mental das pessoas com mais idade”, afirma.

Em prol da lucidez
Ela explica que as pessoas que, antes da aposentadoria, tinham a necessidade de ler bastante, graças ao trabalho, podem sofrer com a perda da memória após a aposentadoria, caso deixem de exercitar a mente. Por sua vez, aquelas cujo emprego exigia esforço físico têm a saúde prejudicada, ao pararem totalmente.

“Para quem nunca trabalhou, mas sempre deu conta de inúmeras responsabilidades em casa, não tem problema. O importante mesmo é não ficar parado”, garante.

A realização de atividades em grupo pode ser uma boa pedida para aqueles que pararam de trabalhar. “É muito importante, principalmente no caso de idosos que moram sozinhos. E é interessante porque eles acabam conhecendo pessoas com a mesma idade e que passam por problemas semelhantes”, diz Natalia.

Outra dica é procurar realizar trabalhos voluntários, em ONGs, por exemplo.

Abaixo a depressão!
Era uma vez um executivo poderoso dentro de uma empresa, ativo, dedicado e bastante apegado aos negócios. Agora imagine o que poderia acontecer se alguém vier com a notícia de que chegou a hora de ele se aposentar?

É possível que ele se sinta feliz por um momento, e pense logo em uma viagem para fazer com a esposa. O que costuma acontecer em casos como esse, no entanto, é a pessoa simplesmente se recusar a parar de trabalhar. Mas ela tem de parar. É quando surge a depressão.

“Para evitar a depressão, as pessoas precisam fazer planos para a vida pós-aposentadoria desde a fase adulta. Um profissional que não tem nenhuma atividade de lazer e apenas se dedica ao trabalho é candidato a desenvolver a depressão quando tiver mais idade”, afirma a especialista.

Confira abaixo cinco bons motivos para continuar na ativa na vida adulta:

  • Manter a saúde física;
  • Manter a saúde mental;
  • Afastar a depressão;
  • Conhecer pessoas que passam por situações semelhantes;
  • Afastar a solidão.

 

Por: Karin Sato
27/02/09 - 11h59
InfoMoney

fev 27

No mundo do empreendedorismo, muito se fala sobre a lucratividade dos diversos tipos de negócios existentes.

Entretanto, de nada adianta o empreendimento ser lucrativo, se não é rentável. Sem rentabilidade, não é possível recuperar o investimento inicial. Veja abaixo como saber se um negócio é lucrativo e rentável.

Como calcular a lucratividade mensal
Para obter a lucratividade de um negócio, o empreendedor precisa dividir o lucro líquido pelo faturamento. Confira no exemplo abaixo, elaborado por consultores do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas):

Portanto, o lucro líquido equivale a 5% do faturamento. Em outras palavras, a lucratividade mensal do negócio é de 5%.

Como saber se o negócio é rentável
Com o valor total do investimento inicial em mãos, o empreendedor deve dividir o montante pelo resultado estimado do fluxo de caixa anual. Assim, obtém-se a taxa de retorno do investimento anual, ou a rentabilidade anual.

Confira o exemplo, que leva em conta o resultado final do fluxo de caixa de um ano:

A conclusão é de que a rentabilidade anual do empreendimento é de 4% ao ano. Ou seja, trata-se de um bom negócio, já que é rentável. Agora, basta calcular o prazo de retorno do investimento inicial, dividindo o montante investido pelo resultado médio mensal do fluxo de caixa. Acompanhe no exemplo do Sebrae:

  • Cálculo: R$ 80 mil ÷ R$ 3,2 mil = 25 meses

Isso significa que, em pouco mais de dois anos, o investimento inicial seria recuperado, de forma que se trata de um negócio de fato atraente!

Por: Karin Sato
26/02/09 - 10h59
InfoMoney

fev 27

Cumprir todas as metas pré-estabelecidas, dedicação, bom relacionamento interpessoal. Quais são as características de um profissional competente e como medi-las?

Segundo a definição do dicionário Houaiss, a palavra competência é designada para um indivíduo de grande autoridade num ramo do saber ou do fazer, alguém notável.

Para o diretor executivo do Grupo Soma, Arlindo Felipe Jr., a competência profissional é uma combinação entre o saber e a produtividade.

“Competência não implica só a qualificação - a formação técnica para exercer determinada função - mas também os resultados. Sendo assim, o profissional competente é aquele que resolve os problemas”.

Perfil
De acordo com Arlindo, há algumas características bem distintas em um profissional competente, entre elas, o prazer pelo desafio.

“O colaborador competente é aquele que não tem medo do desafio, para ele o complicado torna-se um prazer. Se ele ocupa um cargo de liderança, ele não se preocupa em colocar a mão na massa, caso seja necessário”.

Arlindo ressalta também que, às vezes, o profissional pode ter competência, mas estar no cargo errado.

Por exemplo, uma pessoa boa em matemática não mostrará sua aptidão em cargos que exigem apenas a capacidade de se comunicar, e não o uso da matemática. Por essa razão, é preciso haver um alinhamento com o talento e a atividade profissional exercida.

Como medir?
A competência de um profissional, geralmente, é medida a partir de ferramentas de avaliação, que medem o desempenho com base nos resultados obtidos pelo mesmo.

“No mercado, o departamento de Recursos Humanos pode aplicar três tipos de avaliação: 90°, 180° e 360°. No primeiro caso, a avaliação é feita pelo líder ao seu liderado. Já na 180°, além da autoavaliação e da avaliação do líder direto, o colaborador é avaliado por um colega do grupo”.

“Na 360°, todos da empresa avaliam uns aos outros. Nestes casos, pessoas fora do âmbito da empresa também podem exercer sua opinião, como os fornecedores“.

O ideal
Arlindo destaca que o próprio profissional precisa saber qual é a sua aptidão e talento. Uma vez feita essa descoberta, ele será capaz de buscar sempre uma reciclagem técnica.

“Você pode ter o melhor curso do mercado na sua área de atuação, mas, se você odeia o seu trabalho, não vai adiantar”, finaliza.

Por: Luana Cristina de Lima Magalhães
27/02/09 - 10h50
InfoMoney

fev 27

Com o objetivo de retirar o nome de cadastros de inadimplentes, mais de 5 mil pessoas procuraram o Pacet (Posto Avançado de Conciliação Extraprocessual do Trabalhador) desde o início do seu funcionamento, há cerca de três meses.

No geral, durante o período, foram agendadas 2.051 conciliações e ocorreram 904 audiências, com 245 acordos firmados.

O programa, que resulta de uma parceria entre a SMTrab (Secretaria Municipal do Trabalho), SERT (Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho) da ACSP (Associação Comercial de São Paulo e da EPM (Escola Paulista da Magistratura), tem como objetivo ajudar trabalhadores endividados com restrições cadastrais junto ao SCPC (Sistema Central de Proteção ao Crédito).

Além disso, o programa, inaugurado em 18 de novembro do ano passado, visa combater a enxurrada de ações que tramitam no Judiciário e causam a lentidão dos processos, o que afeta diretamente a todos os trabalhadores. Dessa forma, o posto torna o processo de resolução de pendências financeiras mais rápido e facilita o acesso do trabalhador à Justiça, a novas formas de crédito e também ao emprego.

Como funciona?
O trabalhador endividado será atendido por um funcionário da ACSP, que dará todas as informações sobre o débito. Caso ele não consiga arcar com o valor da parcela, será marcada audiência de conciliação. A ideia é que, depois dessa reunião, o trabalhador possa ter seu nome retirado do cadastro de inadimplentes.

Pessoas atendidas em locais como os PATs (Postos de Atendimento ao Trabalhador), da SERT, e nos CATS (Centros de Apoio ao Trabalhador, da Strab, cujos nomes constam de cadastros de restrição ao crédito, estão sendo orientadas a procurar o Pacet, onde são realizadas audiências de conciliação com os credores.

Por: Gladys Ferraz Magalhães
27/02/09 - 10h31
InfoMoney

fev 23

Por: Flávia Furlan Nunes
23/02/09 - 13h54
InfoMoney

SÃO PAULO - A meditação psicológica tem como objetivo levar as pessoas a fazerem uma avaliação da vida. Ela ocorre quando o indivíduo está de férias, quando ele desfruta de seus dias de lazer, deixando espaço para pensar. Essa avaliação tem finalidade positiva e promove benefícios pessoais e profissionais.

“Estando afastado de suas obrigações diárias, o fluxo mental fica mais tranquilo e apto a meditar. Esse raciocínio promove a sensação de bem-estar e ativa o estado psicológico. O profissional consegue identificar os problemas que o estavam afligindo e, com isso, consegue encontrar soluções de como superá-los”, explicou o psicólogo especialista em ansiedade e síndrome do pânico pela Universidade da Califórnia (UCLA), Alexandre Bez.

A importância das férias
Para estimular a meditação psicológica é que as férias são importantes. É nessa fase que a sensação de paz é estabelecida, assim como há o descanso da mente e a renovação das emoções.

Conforme ele explicou, independentemente do tempo que a pessoa irá reservar para as suas férias, o importante é que aproveite cada minuto e tente se desligar dos problemas cotidianos. Para Bez, tirar férias em dois momentos, como janeiro e julho, por exemplo, é uma tática muito positiva, que tem resultados visíveis.

“O indivíduo se desenvolve profissionalmente, o aproveitamento acadêmico aumenta e os relacionamentos familiares e do casal melhoram. Isso se deve ao fato de a pessoa estar mais aliviada das constantes pressões do dia-a-dia”, afirmou o psicólogo.

Quando o descanso é ilusão
De acordo com Bez, é importante que os profissionais não se deixem enganar por uma falsa sensação de descanso. “O ser humano necessita frequentar outros ares no seu momento de descanso, sair da rotina que, muitas vezes, pesa e o desgasta. A pessoa no período de férias deve se aproximar da família e amigos, realizar atividades que não se encaixavam nos horários de trabalho”.

Se a pessoa, durante as férias, vivenciar a mesma rotina de quando está trabalhando, ela não abre espaço para “arejar o cérebro”, nas palavras no psicólogo. Ao contrário disso, ela vivencia uma situação de estresse diário enquanto teria, na verdade, de descansar, o que potencializa seus problemas.

O psicólogo completou dizendo que o período de férias é justamente uma tentativa de conseguir enxergar quais as deficiências diárias enfrentadas. Por meio dessa visão, o indivíduo consegue promover mudanças em sua vida, diminuir o estresse e mudar a sua rotina para melhor.

fev 23
SÃO PAULO - A partir do segundo semestre, na capital paulista, será possível solicitar pela internet o alvará para pequenas edificações que dependem apenas da análise do Código de Obras e do Plano Diretor.

A informação foi dada pelo secretário de Modernização, Gestão e Desburocratização da Prefeitura, deputado estadual Rodrigo Garcia (DEM-SP), durante uma reunião do Consea (Conselho Superior de Estudos Avançados), na qual apresentou a palestra “A desburocratização como indutor do desenvolvimento“.

Ele explicou que a ferramenta eletrônica deverá reduzir para 70 os atuais 442 passos necessários à obtenção do alvará, bem como agilizar sua liberação de 491 para 30 dias.

Combate à burocracia
O primeiro passo da prefeitura de São Paulo rumo à desburocratização foi dado no ano passado, com a criação do programa São Paulo Mais Fácil. “Antes faltava visão de conjunto para resultados mais rápidos”, disse Garcia, que defende a integração dos serviços públicos para acelerar processos burocráticos.

O primeiro serviço disponibilizado pela Secretaria de Desburocratização foi a Licença Eletrônica de Atividades - o alvará de funcionamento. Segundo Garcia, cerca de 80% dos estabelecimentos não tinham este alvará. “No ano passado, a Secretaria realizou 40.424 atendimentos e emitiu cerca de 3 mil alvarás“, informou.

Uma das vantagens da Licença Eletrônica é a possibilidade de identificar os motivos que contribuem para que o comerciante tenha dificuldade em abrir o negócio. O primeiro balanço do sistema apontou a incompatibilidade com a lei de zoneamento como um dos principais empecilhos para obter a licença, o que a prefeitura chama de “pecado capital”.

O senador Jorge Bornhausen (DEM-SC) apoiou as medidas contra a burocracia em São Paulo. “A burocracia é um entrave ao desenvolvimento e uma facilidade à corrupção”, opinou.

fev 18

Por: Flávia Furlan Nunes
18/02/09 - 08h54
InfoMoney

SÃO PAULO - Existem características dos profissionais que são realmente repudiadas no mercado de trabalho. Elas atrapalham o alcance de resultados, não contribuem para o ambiente corporativo e ainda podem prejudicar os candidatos a uma vaga.

O gerente da Robert Half, Roberto Britto, listou as cinco principais, que considera serem as mais graves. A primeira delas é a falta de criatividade, tão importante no cotidiano das empresas. “É aquela pessoa que não dá muitas novas idéias e só fica no seu canto”, explicou ele.

A segunda é o discurso muito prolixo. A pessoa enrola demais para falar e, ao final, chega a uma conclusão muito simples. O tempo que se perde com pessoas com essa característica é enorme e, dentro das empresas, tempo é tudo para os profissionais que são sobrecarregados.

Características
A falta de transparência foi o terceiro item apontado por Britto. “Quanto mais sincero for, melhor!”.

O individualismo é outra característica repudiada pelo mercado de trabalho. Aquela pessoa que só pensa em seus resultados, sem prezar pelo coletivo, pode acabar demitida. Ainda corre o risco de nunca se tornar uma referência negativa no mercado de trabalho.

Uma pessoa que tem a característica de só focar os resultados, sem querer agregar valor, também pode estar com os dias contados. “Ela trabalha apenas por trabalhar, e não para gerar algo a mais para a empresa. Falta visão de negócio”, explicou Britto.

Nas seleções
De acordo com ele, normalmente essas características são identificadas logo no processo seletivo, com os dados que os profissionais passam de sua vida pessoal, com perguntas abertas respondidas e relatos do dia-a-dia.

Porém, nem sempre quando identificadas elas eliminam o profissional da seleção, na percepção do gerente da Robert Half.

“A gente tem que ver se essa característica bate com o que é pedido na posição que o candidato está disputando. Existem alguns pontos que para uma vaga são determinadas, mas que para outras não são”, explicou ele.

Por exemplo, um profissional sem transparência não poderia de forma alguma trabalhar na área financeira de uma empresa, enquanto que um profissional prolixo não teria tanto sucesso no departamento comercial.

fev 18

Na última terça-feira (17), o ministro do Esporte, Orlando Silva, e representantes do Ministério da Fazenda se reuniram para discutir a medida.

Ao sair do encontro, o ministro lembrou que a isenção de impostos federais nas cidades sedes é uma exigência da Fifa (Federação Internacional de Futebol), seguida por todos os países que realizaram copas mundiais de futebol, e “isso também será respeitado aqui”.

Aprovação pelo Congresso
Segundo a Agência Brasil, a reunião foi feita com o objetivo de discutir o formato técnico para viabilizar a isenção, que vai depender da aprovação do Congresso Nacional, já que altera a arrecadação de tributos federais.

O encontro também teve a participação de representantes da Fifa e do Comitê de Organização da Copa de 2014.

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
18/02/09 - 09h00
InfoMoney

fev 18

Neste momento, o que fazer?

De acordo com o diretor de fiscalização da Fundação Procon-SP, Paulo Arthur Góes, a denúncia é a única arma para que a prática deixe de ser um hábito entre os comerciantes brasileiros. Na opinião do diretor, a cobrança diferenciada, conforme a forma de pagamento, não se justifica, visto que a compra paga com cartão de débito ou em parcela única no cartão de crédito, satisfaz todos os quesitos de compra e venda.

“Com o pagamento no cartão, o comerciante tem a certeza de que irá receber o dinheiro, o que faz este meio de pagamento muito mais seguro que o cheque, por exemplo. Além disso, o lojista não é obrigado a trabalhar com cartão, ao aderir esta forma de pagamento há uma cláusula dizendo que ele não pode cobrar preços diferentes se o pagamento for à vista. Ele sabe dos custos e não pode repassá-los para o consumidor”, diz.

E a compra parcelada?
Além disso, alerta o especialista, quando for pagar com cartão de débito, o consumidor não deve aceitar de forma alguma que se estabeleça um valor mínimo para o uso do plástico, como é de praxe, especialmente, em estabelecimentos pequenos.

Por outro lado, informa, no caso de compras parceladas, a definição de um valor mínimo para as parcelas ou para o pagamento dividido pode ser exigido pelo lojista, contudo, o procedimento deve ser avisado com antecedência.

“O lojista tem todo o direito de exigir um valor mínimo para o pagamento parcelado, desde que avise previamente e de forma clara e ostensiva. Não adianta, por exemplo, ele colocar um cartaz enorme falando que as compras podem ser parceladas em tantas vezes e em letras miúdas colocar que o parcelamento só é aceito para compras acima de um determinado valor. Neste caso, o consumidor deve denunciar”, explica.

Góes diz, ainda, que o consumidor que se deparar com algumas das situações descritas deve, primeiramente, avaliar se vale mesmo à pena comprar em tal estabelecimento e, após isso, independente se a compra for efetuada ou não, denunciar o local em órgãos de defesa do consumidor, para que este receba a multa específica, que pode variar de R$ 212,00 a mais de R$ 3 milhões, dependendo da infração e do porte da empresa.

Por: Gladys Ferraz Magalhães
17/02/09 - 17h50
InfoMoney

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